17 Livros infantis – 4 a 6 anos

Esse é o quarto post em que indico livros que temos em casa e que gostamos. No texto abaixo eu falo porque a gente gosta desses livros aqui em casa e o que conversamos com cada um.

Você encontra os outros posts aqui:

17 Livros Infantis para crianças menores de 6 anos

12 livros para ler com seu bebê

15 livros para crianças a partir de 2 anos

Meus critérios de seleção para comprar livros são:

  • Não ter elementos fantasiosos (fadas, animais falantes,…). A razão está aqui;
  • Ser bonito, convidativo à leitura;
  • Possuir temas variados para puxar conversas também variadas.

Começarei colocando abaixo a lista completa com título, editora e preço.  Na sequência falo um pouco de cada um:

  1. A cor de Coraline, Alexandre, Rampazo, Rocco, R$34,57
  2. Hoje, Eva Montanari, Jujuba, R$35,11
  3. O caminhão, Hiratsuka Lúcia, R432,34
  4. Marco queria dormir, Gabriela Keselman, R$17,45
  5. O passarinho da vovó, Benji Davies, Salamandra, R$44,11
  6. A ilha do vovô, Benji Davies, Salamandra, R$38,40
  7. O passeio, Pablo Lugones, Gato Leitor, R$46,00
  8. Aqui estamos nós, Oliver Jeffers, Moderna, R$40,90
  9. Tudo vai dar certo, Cedella Marley, Martins Fontes, R$37,40
  10. O livro dos porquês – Clima, Marie-Eve Tremblay, Usborne, R$45,02
  11. Bicho Brasil, Araquém Alcântara, Tordesilhas, R$30,72
  12. Mundo Animal, Geneviève Warnau, Girassol, R$19,90
  13. Como? Onde? Porque?, Jim Bruce, Girassol, R$26,46
  14. Houses and homes, Ann Morris, HarperCollins , R$47,72
  15. Dicionario Larousse Infantil, Larrousse, R$40,41
  16. Quero fazer origami, Florencia Errecarte, Catapulta, R$79,90
  17. A banda das meninas, Emília Nunñes, Tibi, R$44,90
A cor de Coraline

O livro traz o questionamento sobre as cores da pele e os lápis de cor. O amigo de Coraline lhe pede o lápis cor-de-pele e ela cria um mundo imaginário onde as pessoas tenham peles das mais variadas cores. Acho as ilustrações lindas e estimula uma conversa sobre identidade racial.

Hoje

Nesse livro a autora Eva Montanari mostra como um dia ruim pode mudar “basta termos tempo para olhar com cuidado”. É ótimo para conversar sobre emoções, sobre aceitá-las (até as ruins) para quem sabe então transformá-las. As ilustrações são lindas, pouco texto. É é uma exceção na minha lista, os personagens são reais, mas as ilustrações das emoções são fantasiosas.

O caminhão

Adoro esse livro. Fala da espera de 3 irmãs para a chegada do caminhão. O tema principal é a espera e acho muito legal que a autora nos faz também esperar para saber o que traz o caminhão. Mas o livro também traz indiretamente muitas outras questões cotidianas como as roupas que são passadas entre irmão, a criança que ajuda nas tarefas domésticas…

Marco queria dormir

O nosso caçula sempre foi resistente pra dormir e por isso comprei o livro. A história é de um menino que chama sua mãe várias vezes na hora de dormir porque tem medo. Mas será que é medo mesmo? Quando sua mãe diz finalmente que ficará com ele até que explique o está acontecendo o sono chega. Gosto das ilustrações e das soluções divertidas da mãe de Marco. Estimula uma boa conversa sobre a hora de dormir.

O passarinho da vovó

Esse livro é lindíssimo, capa dura, desenhos muito bonitos. Viramos fã do autor (Benji Davies). Fala de um menino, Noé, que vai passar as férias com avó. No início a diferença geracional parece impedir eles de se abrirem um pro outro, mas o menino encontra um passarinho ferido e isso muda tudo na relação deles. A partir do cuidado do animal eles encontram afinidades. Lindo. Adoramos.

A ilha do vovô

A ilha do vovô também é de Benji Davies. Igualmente bonito, capa dura, páginas de qualidade. Também trata da relação entre gerações, mas aqui Syd já tem muita proximidade com o avó e precisará aprender a lidar com a ausência dele. O livro fala da morte de uma forma mais metafórica. Comprei por acaso, mas não acho que devemos esperar o falecimento de um ente querido para tratar do tema com as crianças. As vezes, a mais velha (5 anos) fica triste com o livro e pede pra não lermos. Respeitamos.

O passeio

Outro livro que fala do envelhecimento e da morte. Também comprei por acaso, mas é um livro com ilustrações belíssimas. O livro começa com a menina aprendendo a andar de bicicleta com o pai e termina com ela ensinando seu filho a andar de bicicleta. No meio, seu pai não está mais lá. Ela para, se entristece, mas segue adiante.

Aqui estamos nós

Quando o filho de Oliver Jeffers nasceu ele fez esse lindo livro falando pra ele do nosso planeta e seus habitantes. Capa dura e ilustrações belissímas. Fala um pouco de geografia física (de forma bem simplificada) e fala também de diversidade. Aqui adoramos ficar muuuito tempo olhando as páginas duplas que ele ilustra a diversidade humana e a animal. Fazemos brincadeiras de procura-acha e ficamos analisando aquelas que nos chamam mais a atenção.

Tudo vai dar certo

Tudo vai dar certo é um livro que Cedella Marley adaptou a partir da música “Three Little Birds” de seu pai, Bob Marly. Tem capa dura e boas ilustrações que mostram o cotidiano do menino da capa. Acho que a música poderia ter sido mais adaptada (ela está literal) para tornar a história mais cativante. Mas ainda assim tem duas coisas que gosto bastante: 1. poder falar quem foi Bob Marley e é importante ressaltar figuras negras de relevância na cultura internacional. 2. Ter o personagem principal negro em livros que não tratem da temática racial exclusivamente. Esse também é o caso de Marco ( livro 4 dessa lista), Obax, outro livro que já recomendei em outra lista e A Banda das meninas (livro 17 dessa lista).

O livro dos porquês

Meus filhos amam esse livro que ganhamos de uma amiga. Teve uma época que não se lia outro livro aqui em casa. Tem capa dura e boas ilustrações que explicam os fenômenos climáticos e fala de algumas curiosidades. Depois desse livro eles adoram olhar relâmpagos no céu e dizer de que tipo é. Já memorizaram partes completas.

Bicho Brasil

Esse é um dos livros favoritos do caçula que ama animais. Diria que atualmente é o meu favorito também. Tem mais de 100 fotos espetaculares da fauna brasileira pelo famoso Araquém Alcântara. Um cara bem corajoso, como sempre frisamos por aqui, que tirou fotos de onças impressionantes, suçuaranas, jacarés e muitos outros de vários biomas brasileiros. Tem bichos fofinhos também 🙂

Mundo animal

Livro com fotos e fatos dos animais. Um livro bem mais simples e menos impressionante do que o de cima, mas gosto. É mais geralzão, porém divide os animais por habitats e acho isso uma noção importante ao apresentar desde sempre os animais para as crianças. Afinal crianças até seis anos têm a mente absorvente. Gosto também que o livro tem uma variedade grande de animais, não apenas mamíferos que são os mais comuns nesse tipo de livro.

Como? Onde? Por quê?

Esse livro comprei junto com o outro na intenção de dar um dos dois de presente, mas meu pequeno de 4 anos não deixou. Ele realmente gosta muito de bichos. O livro é similar com o anterior, mas tem mais curiosidades, faz comparações e as crianças gostam disso. Percebo os meus bem animados com as novas descobertas.

Houses and homes

Adoro esse livro e as crianças também gostam bastante. Livro de fotos com vários tipos de casa em diferentes culturas, diferentes materiais, com diferentes propósitos climáticos. É muito legal apresentar essa diversidade para as crianças desde muito cedo. O está em título em inglês, mas é possível comprar na Amazon Brasil. Cada página tem 1 frase simples, o foco está nas imagens.

Dicionário infantil

Minhas crianças ainda não sabem ler, mas venho aos poucos acostumando eles ao contato com o dicionário. Esse é legal porque a explicação é voltada para o público infantil e tem algumas ilustrações simples. Tento lembrar de irmos consultar a cada palavra nova que me perguntam o que significa. As vezes que fui, gostaram.

Quero fazer origami

Nesse período de quarentena estamos gostando muito de fazer origamis. A vovó nos deu esse livro de presente que é bem carinho porque já vem com 80 papeis especiais para origami. Ainda estamos explorando mais o livro, mas ele tem uma qualidade excelente!

Aqui a gente é fã da Emília Nuñez, que não é baiana mas residente de Salvador há bastante tempo. Mas não é por isso que a gente é fã dela, é porque os livros dela são ótimos e ela tem um compromisso genuíno com a literatura infantil com ações diversificadas nessa área. Uma delas é essa coleção maravilhosa sobre empoderamento feminino entre as crianças. A história fala do preconceito que Leiloca sofreu quando quis tocar bateria numa banda formada por meninos.

Querid@s leitor@s, essa postagem possui links afiliados. Isso significa que caso você se interesse por algum dos livros que eu indiquei e comprar através dos meus links eu ganho uma comissão. Todos eles são livros que eu comprei para os meus filhos e gostei. Obrigada!

17 Livros Infantis para crianças menores de 6 anos

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Esse é o meu terceiro post com indicações de livros para crianças com menos de 6 anos. Todos seguem a orientação de Maria Montessori de serem baseados na realidade e não na fantasia. Os outros dois você encontra aqui e aqui. O segundo link é específico para bebês menores de 2 anos.

Eu só indico livros que eu tenho em casa e gosto de ler para meus filhos. Meus critérios para seleção de livros são:

  • Não ter elementos fantasiosos (fadas, animais falantes, casa de doce, …). A razão está aqui;
  • São bonitos, o que convida à leitura;
  • Possuem temas variados para servir de pretexto em nossas conversas.

Começo colocando abaixo a lista completa com título, editora e preço.  Na sequência falo porque indico cada um:Leia mais »

Curso de Introdução ao Método Montessori em Salvador

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Se você tem criança pequena, já deve ter ouvido falar do quarto de bebê sem berço. Em quatro anos, a procura na internet pela expressão “quarto montessoriano” aumentou quase 400%, indicando a moda que se tornou. O método pedagógico que vem despertando o interesse de muitas famílias brasileiras foi criado há mais de um século pela italiana Maria Montessori, e vai muito além de um colchão no chão. Apesar de antigo, o método tem ganhado notoriedade porque estudos recentes da neurociência estão confirmando algumas de suas observações como a plasticidade cerebral, a conexão entre movimento e aprendizado e a ineficácia de prêmios e castigos.

Para falar desses e outros temas para pais e professores interessados em auxiliar suas crianças no processo desafiador que é o desenvolvimento infantil, Gabriel Salomão, autor do livro Princípios de Montessori para Famílias e da página Lar Montessori, estará em Salvador para ministrar o curso de Introdução ao Método Montessori. O curso ocorrerá nos dias 22 e 23 de setembro na Escola Natureza, na Pituba. A escola adota essa metodologia e está promovendo o curso junto com este blog.

Durante as dez horas de curso, Gabriel falará sobre a importância da independência e formas de promover a autonomia em casa e na escola. Tratará da importância da ação para o equilíbrio interior, como também o poder transformador da concentração nas crianças. Para o conteúdo completo do curso basta acessar a plataforma de venda de ingressos Sympla. Temos possui valores promocionais para casais e grupos.

Datas 22 e 23 de setembro, das 08h às 13h, na Escola Natureza em Salvador.

O ministrante é o Gabriel Salomão, autor do livro Princípios de Montessori para Famílias e da página Lar Montessori. Gabriel realiza formação de professores em todo Brasil e foi convidado pela Associação Montessori Internacional para apresentar sua pesquisa no encontro anual dessa associação. Para quem acompanha o Montessori Aqui em Casa já deve ter visto muitas citações dele. Gabriel é a minha referência no Brasil para Montessori.

O curso que tem por objetivo levar os fundamentos da prática montessoriana para professores e famílias de crianças pequenas, ajudando-os a compreender melhor seus filhos e alunos e, assim, serem verdadeiros colaboradores para o desenvolvimento infantil.

Valor da Inscrição: R$135,00 (1o. lote até 22/08/18) / desconto de 10% para casal e de 20% para grupos a partir de 5 pessoas. Cupom de desconto: com a palavra montessoriaquiemcasa você ganha 20% em qualquer tipo de inscrição.

Mais informações sobre o evento aqui.

Restaurante Margarida (Av. ACM, nº 1.298, Shopping Cidade, Itaigara)

Estereótipos de gênero – desconstruindo com Montessori

Estereótipode gênero

O gênero é uma das principais formas de identificação na primeira infância. É também um tema que tem recebido atenção e levantado polêmicas entre os pais. Nesse texto passarei à margem das polêmicas sobre ideologias de gênero para falar de algo que parece ser consenso: diminuir os estereótipos de gênero. Os estereótipos de gênero padronizam exageradamente os comportamentos sem questionar se as individualidades estão sendo respeitadas e quais as consequências disso. Por mais de 100 anos, o método Montessori vem promovendo a diminuição desses estereótipos. Como?Leia mais »

12 livros para ler com seu bebê

12 livros para ler com seu filho

Todos os 12 livros que recomendo aqui leio com meus filhos desde que eles tinham 3 meses até  hoje (a mais velha tem 2,5 anos). Todos atendem aos meus critérios básicos de livro para bebê:

  • Possuem páginas grossas para resistir ao manuseio do bebê e para facilitar que eles passem as páginas sozinhos;
  • Não tem elementos fantasiosos (fadas, animais falantes, casa de doce, …). A razão está aqui;
  • São bonitos, o que convida à leitura;
  • Possuem temas variados para servir de pretexto em nossas conversas.

Começarei colocando abaixo a lista completa com título, editora e preço.  Na sequência falo o que acho de cada um:Leia mais »

Fora das grades

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“Motricidade livre, o que é?

É favorecer o despertar da criança sem trancá-lo.

É favorecer um espaço em solo adaptado.”

Continuando nossa série com as lindas ilustrações de Bougribouillons. As anteriores você acha aqui e aqui.

Claro que o ideal é transformar toda a casa em um lugar seguro para a criança circular livremente, afinal a casa é dela também. Mas eu sei que isso não é só difícil, é quase impossível. Aqui em casa há 3 ambientes que as crianças ainda não podem circular livremente: a área de serviço (mesmo estando os produtos de limpeza em caixas), a dispensa (ainda é muito tentador ver tantos grão e potes e não mexer sem estragar) e embaixo da mesa do computador (por conta de um fio longo que ainda não resolvemos).Leia mais »

Tudo tem seu tempo.

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“Motricidade livre, o que é?

É não colocar a criança numa posição que ela não conquistou sozinha e da qual ela não pode sair sozinha.

É permitir que ela desenvolva sua autonomia assim como sua autoconfiança.”

Essa é a segunda ilustração de uma série de cinco que estou compartilhando no blog. Os desenhos são de Bougribouillons.

“A autoconfiança é um sentimento interno de poder confiar nos próprios recursos, que vem da experiência do trabalho ativo no ambiente usando o movimento livre.É a sensação de poder pessoal na solução de problemas, e esse sentimento de poder permanece em uma pessoa para sempre.No futuro, o objetivo irá mudar (de alcançar um objeto interessante, como uma bola colorida, para fazer a lição de casa, e assim por diante), mas a situação psicológica permanece a mesma;algo lhe interessa, você precisa fazer alguma coisa e está confiante de que tem a capacidade de fazê-lo. Movimentos ativos nos primeiros meses de vida proporcionam a experiência global mente-corpo da qual a autoconfiança é derivada, e com este instrumento muito valioso, é possível enfrentar os desafios da vida.”
Dr.Silvana Montanaro, formadora de professores Montessori 0-3

Motricidade livre é uma expressão cunhada pela comunidade Pikler, que tem muitos dos seus fundamentos em consonância com o método Montessori, mas existem também algumas divergências. No geral, tanto Montessori como Pikler  são contra dispositivos de confinamento para bebês (cadeira de balanço, cercadinho, etc), bem como dispositivos que pretendem “acelerar” o desenvolvimento natural da criança e ao mesmo tempo a deixam confinadas (cadeira bumbo, andadores, etc).

Um dos pontos de discordância está no “tempo de bruços” (livre tradução minha para o Tummy Time). Autoras renomadas do método Montessori (como Susan Stephenson e Paula Lillard) orientam claramente a posicionar o bebê de bruços gradativamente desde os seus primeiros dias de vida. Já a abordagem Pikler acredita que os bebês devem entrar e sair sozinhos dessa posição.

Existem bons argumentos dos dois lados, mas eu fiquei com as orientações do método Montessori, que é também a orientação da maioria dos pediatras americanos. Para mais detalhes sobre como praticar o tempo de bruços com o bebê, por favor leia este meu post. Nele também você vai encontrar os argumentos que me fizeram ir por essa linha.

Para a postura sentada é diferente, mesmo o método Montessori recomenda que a criança raramente seja posicionada assim, ela deve poder chegar nessa posição sozinha. E quando posicionada deve ser por períodos muito curtos.

Posicionar o bebê numa postura que ele ainda não está pronto para atingir pode lhe causar lesões físicas, como também minar sua auto-confiança. A criança tem um guia interno que sabe exatamente quando é o melhor momento para aprender a engatinhar, sentar, levantar e andar. Ela precisa respeitar esse guia interno e acreditar nos seus próprios esforços.

Tira o bebê da cadeira!

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“Motricidade livre, o que é?

É permitir que a criança descubra seu corpo, explore suas habilidades.É permitir que a criança mova para o próximo estágio de suas habilidades motoras, como ele deseja, quando quiser.”

Hoje compartilho aqui uma das ilustrações da série sobre Motricidade Livre do blog Bougribouillons. São 5 desenhos no total, os próximos virão nos dias que seguem.

A liberdade de movimento é a coisa mais preciosa para um bebê, desde o seu nascimento. Montessori já dizia que o desenvolvimento natural da criança se resume a uma série de conquistas de independência e a de movimento é a primeira delas:

“Como ele consegue essa independência?Ele faz isso por meio de uma atividade contínua.Como ele se torna livre?Por meio de esforço constante.… Sabemos que o desenvolvimento resulta da atividade.O ambiente deve ser rico em motivos que interessem à atividade e convide a criança a conduzir suas próprias experiências. ”(Maria Montessori: A Mente Absorvente)

Eu já estava com saudades de falar de bebês pequenos por aqui. Meu caçula completou 2 anos há dois meses e já é um bebê enorme.

Visita à Biblioteca e indicação de livros

Recentemente fomos pela primeira vez na Biblioteca Infantil Monteiro Lobato em Salvador. Foi uma experiência muito legal. Como nesse mês de abril é comemorado o dia internacional do livro infantil, me senti a impelida a compartilhar essa experiência e indicações de livros.

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Eu ainda não tinha pensado em levar as minhas crianças de 2 e 3,5 anos na biblioteca, até que vi a Alice, do Montessoriando, com essa idade devolvendo seus livros toda prosa (vídeo). Nesse momento também me dei conta como meus filhos conheciam bem uma livraria, mas não uma biblioteca. E ainda que as livrarias tenham agora cadeiras e mesas para folhear o livro, a biblioteca ainda é bem mais legal.Leia mais »

Meu caminho rumo a violência zero com os filhos

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Quantas vezes você ameaçou sair e deixar seu filho em casa, ou no parque, ou na festa? E quantas vezes você demonstrou estar chateado com ele porque sem querer derramou comida e sujou a mesa? Você gritou com seu filho hoje?

A decisão de uma maternidade sem violência eu tomei antes dos meus filhos nascerem, quando comecei a ler sobre Montessori e o respeito pela criança. Nos 16 primeiros meses eu fui bem – com tropeços, mas bem. Até que há quatro meses me vi gritando com minha filha mais velha e percebi que precisava mudar. Eu até sabia o que fazer, mas tudo que tinha lido não estava mais conseguindo colocar em prática.Leia mais »